13 de dez. de 2011

Fotógrafo capta raro 'arco-íris' branco no Polo Norte

BBC



O fotógrafo amador Sam Dobson conseguiu, durante uma expedição ao Polo Norte, registrar um fenômeno raro - um arco de névoa.

Dobson, de 51 anos, disse ter ficado intrigado ao se deparar, diante do barco quebra-gelos em que viajava, com um arco-íris totalmente branco no céu.

Ele conseguiu usar sua câmera, enfrentando as temperaturas abaixo de zero, para capturar a imagem do fenômeno.
Fotógrafo capta raro 'arco-íris' branco no Polo Norte (Foto: Sam Dobson/Agência Caters) 
Fotógrafo capta raro 'arco-íris' branco no Polo Norte (Foto: Sam Dobson/Agência Caters)
 
Fotógrafo capta raro 'arco-íris' branco no Polo Norte (Foto: Sam Dobson/Agência Caters) 
Fotógrafo capta raro 'arco-íris' branco no Polo Norte (Foto: Sam Dobson/Agência Caters)

Segundo Dobson, o arco no início parecia uma nuvem. Mas, conforme a embarcação foi se aproximando do fenômeno, ele pôde ver o que descreveu como um arco-íris sólido, mas branco.

Neblina
O arco de névoa é um fenômeno parecido ao do arco-íris, mas aparece quando há neblina, não quando há chuva.
Como é formado por gotículas menores, elas não separam as cores da mesma maneira e aparecem como um arco branco.

fonte:G1

3 de dez. de 2011

II Mostra do Projeto Dualidade Humana da Esc Est Dom Gino Malvestio





 A Escola Estadual Dom Gino Malvestio realizou ontem (02/12) a II Mostra do Projeto Dualidade Humana, com as temáticas:


Cultura afro-brasileira



“... eu sou o que mataram e não morreu, o que dança sobre os cactos e a pedra bruta — sou negro ...”

(táxi blues)


Inclusão Digital

A inclusão digital é a porta de entrada no mercado de trabalho. Está aberta a conexão com o conhecimento, e o acesso para todos.



Onde está a Ciência?




            "A atividade científica é uma constante resolução de problemas, uma infindável solução de enigmas, um constante desvendar do que transparece atrás do que aparece."

E hoje (03/12 - sábado)acontecerá a Apresentação Cultural a partir das 18hs com:

 

Poesias

Dramatizações

Danças

Desfile de Indumentárias

 

Vamos participar!!!!

8 de nov. de 2011

Degradação ambiental

Da BBC Brasil
O fotógrafo americano J. Henry Fair reuniu em um site algumas de suas famosas fotos aéreas mostrando a "beleza" causada por devastação do meio ambiente.
Reunidas na exposição digital "Industrial Scars", a poluição é exposta de grande escala, com cores vivas que transformam uma paisagem destruída em um espetáculo de cores e texturas.
O fotógrafo, que é de Nova York, tenta atrair as pessoas para a questão da destruição do meio ambiente através da beleza das imagens. Fair afirma que, inicialmente, fotografou coisas "feias", com a intenção de simplesmente jogar o questionamento sobre estética para as pessoas.
Devastação (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)Imagem aérea de degradação ambiental tenta alertar população sobre o impacto das atividades humanas no meio ambiente. Acima, as cinzas que sobram de uma usina de energia a carvão na Louisiana, nos Estados Unidos (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Em outra fotografia, linha vermelha representa rio poluído (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)Em outra fotografia, linha vermelha representa rio poluído em meio a enxofre no Canadá (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)
As imagens mostram rios poluídos retratados como vasos sanguíneos em meio a uma paisagem tomada pelo enxofre, resíduos de herbicidas que invadem a paisagem como uma camada de algas na água e até o vazamento de petróleo da plataforma Deepwater Horizon, no Golfo do México.
As fotos estão no livro "The Day After Tomorrow: Images of Our Earth in Crisis", publicado pela powerHouse Books.
As cores da imagem acima são devido aos resíduos de bauxita, vindos da produção de alumínio em Darrow, Louisiana (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)As cores da imagem acima são devido aos resíduos de bauxita, vindos da produção de alumínio em Darrow, Louisiana (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)
Esta imagem aérea feita no Golfo do México mostra o vazamento da plataforma Deepwater Horizon, que explodiu em abril de 2010 e causou um dos maiores vazamentos de petróleo da história (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)Esta imagem aérea feita no Golfo do México mostra o vazamento da plataforma Deepwater Horizon, que explodiu em abril de 2010 e causou um dos maiores vazamentos de petróleo da história (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)
Parecem células, mas é uma usina química perto de Nova Orleans que fabrica substâncias usadas em cosméticos, embalagens plásticas e aditivos para tintas. (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)Parecem células, mas é uma usina química perto de Nova Orleans que fabrica substâncias usadas em cosméticos, embalagens plásticas e aditivos para tintas (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)fonte:G1

3 de nov. de 2011

Reações químicas: Fazendo bolo em sala de aula


Muitas pessoas não percebem, mas a cozinha e um fantástico laboratório químico, um lugar onde ocorrem inúmeros fenômenos químicos e físicos.
Por exemplo, para fazer um simples bolo ocorrem diversas reações químicas, tanto na mistura dos ingredientes tanto na ordem de preparo do bolo, a seguir você verá o porque de tudo ser feito conforme a ordem descrita nas receitas, este exemplo é de um simples bolo. 
foto 1. preparação do bolo no 9º "A" e "B"                                                         


Pondo a massa no forno da cozinha da escola
Para fazer um bolo, é preciso, em primeiro lugar, preparar a massa, que é uma mistura de farinha, manteiga, açúcar, fermento, ovos e leite. Esta mistura tem a aparência de uma pasta e sua cor é amarelada. Ela vai ao forno e, depois de algum tempo, muda completamente - deixa de ser a mistura de farinha, manteiga, açúcar, fermento, ovos e leite para transformar-se em um bolo.
Trouxeram todos os ingredientes para fazer um delicioso bolo de chocolate, misturaram e logo depois puderam ainda degustar o trabalho realizado neste dia.
Foi interativo e gostoso, pois todos trabalharam e se divertiram nesta aula.
Alunos do 9º "A" organizando os ingredientes.






















O que o aluno poderá aprender com esta aula
Reconhecer a massa do bolo como uma mistura de ingredientes.
Identificar as reações químicas entre os componentes dessa mistura durante o processo de produção do bolo  
Definir reações químicas a partir desse processo;
Discussão informal do assunto abordado no texto - O professor deverá conduzir essa discussão para uma abordagem do cotidiano podendo fazer indagações como:
Quem sabe fazer bolo?
Com quem aprendeu?
Qual é o bolo que mais gosta?
Quais são so ingredientes para se fazer um bolo básico?
Como é que se faz um bolo básico?
Registrar:
Quais são os ingredientes básicos do bolo?
E os procedimentos?
Sugiro que seja realizado primeiramente uma pesquisa previa de receitas simples de bolo e que durante a realização desta aula prática seja elaborado um roteiro e um relatório com os procedimentos.
Com direito a recheio e suco de frutas!
Pode-se trabalhar como introdução do assunto reações químicas/ ou misturas homogêneas e heterogêneas! E bom proveito!

24 de out. de 2011

Manaus 342 anos! Parabéns a todos os Manauaras!!


 Há quem goste das lembranças do passado, há quem prefira as promessas do futuro. Há aqueles que não abrem mão da ancestralidade de sua cultura, enquanto outros valorizam muito mais a miscigenação e a globalização. Existem os que defendem a preservação da floresta, e ainda os que trabalham para o desenvolvimento. É possível juntar tudo isso em um mesmo lugar? Sim, e Manaus prova isso. Nesta segunda-feira (24), a capital do Amazonas comemora 342 anos e, apesar das inúmeras dificuldades, tem muito a comemorar.
Como era de se esperar para a sétima cidade mais populosa do Brasil, a pluralidade está presente em cada esquina de Manaus. Mais ainda se considerada a presença de migrantes de todos os locais do Brasil e do Mundo, que desembarcam aqui, principalmente, atraídos pelas oportunidades da Zona Franca. No entanto, nada fez a antiga Vila de Manaus perder seus traços indígenas. Na pele, no olhar, nos cabelos e na própria alma, o povo local guarda os costumes de uma longa história.
Colonizada a partir de 1669, a cidade teve origem no Forte de São José da Barra do Rio Negro, uma construção em pedra e barro com quatro canhões, planejada para defender a província contra ataque de países estrangeiros. Em 1833, o pequeno forte, que havia dado origem a um arraial, passou à categoria de Vila e recebeu o título de cidade no dia 24 de outubro de 1848, tornando-se a capital da Província do Amazonas.
Anos depois, a cidade de Manaus sofreu uma grande mudança, tanto econômica como arquitetônica: era a riqueza advinda da explosão do consumo da borracha no mercado mundial. O Amazonas era o principal produtor, o que atraiu para Manaus um grande número de imigrantes nacionais e internacionais, tais como americanos franceses, judeus, gregos, portugueses, italianos, árabes e ingleses. A herança dessa época está estampada em imponentes prédios no centro histórico da cidade.
No governo de Eduardo Ribeiro (1892) a capital do Amazonas, transformou-se radicalmente. Transporte por meio dos bondes elétricos, telefonia, eletricidade e água encanada estavam entre os serviços que chegavam à cidade conhecida como a Paris dos Trópicos. Logo a cidade se tornou referência para o mundo por abordar discussões sobre doenças tropicais, saneamento e saúde pública.
De acordo com o historiador Abrahim Baze, o “Ouro Negro” proporcionou um dos melhores momentos para a cidade de Manaus. “Graças ao dinheiro trazido pela exportação da borracha, prédios suntuosos foram levantados no centro da cidade, como o Teatro Amazonas e o Palácio da Justiça. Apesar do calor, homens e mulheres desfilavam pelas ruas da capital com roupas europeias, ostentando a riqueza conquistada na época”, contou. De acordo com o historiador, as mesmas roupas eram lavadas na Europa, de onde os alimentos e materiais para a construção civil também eram importados.
A partir de 1913, sementes da seringueira levadas para a Ásia fizeram com que a riqueza da borracha migrasse para o outro lado do mundo. O produto aguçou o interesse do mercado estrangeiro, ocasionando a queda da economia local. Foi o início de uma estagnação que durou cinco décadas.
O ostracismo econômico vivido por Manaus chegou ao fim somente em 1967. Nesse ano, iniciou-se um novo ciclo para a cidade: o Polo Industrial de Manaus (PIM). A criação da Zona Franca trouxe grande progresso para a região, embora acompanhado do crescimento das invasões, nascimento de bairros sem infraestrutura e comunidades com total ausência de poder público. A cidade cresceu desordenadamente, com aumento de número de favelas, falta de saneamento básico e subemprego.
Hoje, mais de 113 mil pessoas são empregadas no PIM e, além do crescente número de postos de trabalho – que nem mesmo as recentes crises mundiais conseguiram afetar com intensidade -,o modelo de beneficiamento foi prorrogado até 2023. E a estimativa do Governo é de conseguir estender esse prazo por mais 100 anos.
Tamanho crescimento trouxe novas perspectivas para a capital amazonense. Manaus será uma das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, que terá como palco a Arena da Amazônia. A cidade deverá ter seu sistema de transporte público remodelado com o monotrilho e com o Bus Rapid Transport (BRT) e investe milhões de reais na melhoria da rede hoteleira. Também entrou definitivamente para a agenda dos grandes eventos esportivos, com competições como o X Terra, o The Best MMA e o Grand Prix de Futsal.
E como falar de Manaus sem citar também seus inúmeros atrativos naturais? Porta de entrada para uma das regiões mais ricas em biodiversidade do planeta, a cidade tem a maior reserva urbana do Brasil, na área da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Viver ou conhecer a capital é ainda admirar as belezas do Encontro das Águas, fenômeno formado pela confluência das águas escuras do rio Negro com as águas barrentas do rio Solimões. Não à toa Manaus é um dos principais destinos do turismo na Amazônia.
As comemorações pelo aniversário também têm outras motivações. A chegada de empresas para produção de tablets no PIM devem gerar mais empregos. O Estado está entre os destinos dos maiores aportes do País para obras de infraestrutura, movimentada pela Copa do Mundo. E há ainda a inauguração da ponte Rio Negro, que corta o rio de mesmo nome, e que representa a abertura de uma nova época de interligação da capital com os municípios da Região Metropolitana.
Alegre como é, o povo manauara festejou, nos últimos três dias, os 342 anos da cidade, no Boi Manaus. Na madrugada desta segunda, nas primeiras horas do dia, um enorme coral cantou os ‘Parabéns para Você’ à cidade, comandado pelas vozes de 32 cantores de toadas. E lembra da herança indígena que falamos? Ela estava lá, orgulhosamente refletida nos cocás e braceletes de penas e sementes, enfeitando o corpo e o ânimo do povo que hoje tem muito a comemorar, seja lembrando do passado ou torcendo para um futuro ainda melhor.

Diego Oliveira e Isaac de Paula