30 de jun de 2011

HIPOTERMIA



hipotermia ocorre quando a temperatura corporal do organismo cai abaixo do normal (35°C), de modo não intencional, sendo seu metabolismo prejudicado. Se a temperatura ficar abaixo de 32°C, a condição pode ficar crítica ou até fatal. Temperaturas quase sempre fatais, são aquelas abaixo de 27°C. No entanto, há relatos de sobreviventes com temperaturas inferiores à 14°C.

Tipos

A hipotermia pode ser classificada em três tipos: a aguda, subaguda e crônica.
  • A aguda é a mais perigosa, onde há uma brusca queda da temperatura corporal (em segundos ou minutos), por exemplo quando a pessoa cai em um lago com gelo.
  • A subaguda já acontece em escala de horas, comumente por permanecer em ambientes frios por longos períodos de tempo.
  • A crônica é comumente causada por uma enfermidade.
Os sintomas dos três tipos de Hipotermia;
  • Leve (35 a 33°C); sensação de frio, tremores, letargia motora, espasmos musculares. A pele fica fria, as extremidades do corpo apresentam tonalidade cinzenta ou levemente arroxeada (cianótica). A pessoa tem confusão mental.
  • Moderada (33 a 30°C); Os tremores começam a desaparecer, a pessoa tende a ficar muito sonolenta, prostrada, quase inconsciente, rigidez muscular, alterações na memória e na fala, entre outros.
  • Grave (menos de 30°C); A pessoa fica imóvel e inconsciente, as pupilas se dilatam e a freqüência cardíaca diminui, se tornando quase imperceptível. Se o paciente não for devidamente tratado, a morte é inevitável.


Hipotermia

Primeiros socorros

Esta enfermidade, não possui tratamento específico, devendo-se aumentar a temperatura corporal da vítima.
  • De ínicio, não massageie ou esfregue a vítima, não deixe a pessoa em pé e nem dê álcool, pois estas ações desviarão a circulação (que já está comprometida) dos órgãos internos, podendo agravar a situação.
  • Chamar socorro especializado, aquecer as axilas e pernas (pode ser com garrafas com água morna envolvidas em meias), monitorar as funções vitais da vítima e estar preparado para ressuscitação cardio-pulmonar e remover a roupa molhada se tiver outra para colocar no lugar.
  • Se a hipotermia ficou severa notavelmente e a pessoa está incoerente ou inconsciente, reaquecimento deve ser feito sob circunstâncias estritamente controladas em um hospital.
  • Leigos devem apenas remover a vítima do ambiente gelado, dar bebida quente (não muito quente porque poderia ocasionar choque de temperatura) e levar a pessoa para o cuidado médico o mais rápido possível.
  • Na hipotermia o reaquecimento rápido pode causar arritmia cardíaca.



No naufrágio do Titanic, a maioria dos passageiros morreram de hipotermia devido à temperatura da água do Norte do Atlântico.




Fonte:

29 de jun de 2011

Projetor de papelão

CONTEÚDO: Formação de imagens com lentes e funcionamento de um projetor de slide.

Material:
1 caixa de sapatos com tampa  
1 lâmpada incandescente transparente de 40 watts com soquete  
cabo  
interruptor como as de abajur  
1 lupa ou qualquer lente de convergência grande  
Canetinhas de ponta fina  
Fita dupla face  
1 folha de papel espelho 
 5 folhas de papel vegetal  
1 folha de papel sulfite  
Tesoura ou estilete Régua

Confecção: 
Descubra a distância focal da lente, colocando-a entre a lâmpada acesa e a folha de 
sulfite. 
 Afaste a lente da lâmpada até o foco de luz se projetar no papel com nitidez.  
Meça com a régua a distância entre a lente e o papel. Esse dado será fundamental para 
definir o local onde será colocada a imagem a ser projetada.  

Comece a montar o projetor fazendo um furo do tamanho do bocal da lâmpada no 
centro de uma das laterais menores da caixa. Passe o bocal pelo buraco e rosqueie o 
soquete pelo outro lado. Na mesma direção da fonte de luz, mas na lateral oposta, corte
um círculo de diâmetro um pouco menor que o da lente. Prenda a lente com fita dupla 
face. Para fixar a imagem a ser projetada, faça um corte de 5 centímetros em cada uma 
das laterais maiores da caixa, distante da lente um 1 centímetro a mais que a distância 
focal. Encape a caixa com papel espelho, respeitando as aberturas laterais e os furos da 
lente e da lâmpada. Peça aos alunos para criar uma história em quadrinhos numa tira de 
papel vegetal com a largura um pouco inferior à do corte lateral. Deixe um pedaço em 
branco nas extremidades da tira para manipulá-la melhor. Encaixe a história, de cabeça 
para baixo, nos cortes laterais. Apague as luzes da sala e tampe a caixa de sapatos. 
Posicione o projetor com a lupa voltada para uma parede branca, ligue a lâmpada e 
deslize o papel vegetal de um lado para o outro. 

Como usar?

O projetor de slide é uma aplicação do fenômeno físico de projeção de imagens através 
de lentes convergentes. Os raios de luz passam pelo objeto, atingem a lente e são 
desviados até se cruzarem e definirem novamente uma imagem. Nesse caso, o objeto a
ser projetado precisa ser colocado de cabeça para baixo, já que os feixes de luz vão se 
cruzar antes de formar a imagem. A engenhoca faz ainda com que a garotada observe 
que a projeção ocorre basicamente pela presença de três elementos: fonte de luz, lente e 
objeto. O que se demonstra com o projetor é o uso mais comum das lentes convergentes 
ou lupas: o da ampliação de imagens. 
Esta atividade trabalha uma aplicação do fenômeno físico de projeção de imagens 
através de lentes convergentes, a formação de imagens com lentes e o funcionamento de 
um projetor de slide. 

Fonte:

27 de jun de 2011

Garantido - Campeão do Festival Folclórico de Parintins de 2011

O Boi Caprichoso, realizou uma ótima apresentação, mas quem levou o o título de campeão do Festival Folclórico de Parintins foi o Boi Garantido.






Com dois décimos de diferença, o Garantido sagrou-se campeão do 46º Festival Folclórico de Parintins de 2011. A baixa do São José explodiu de alegria e a cidade vestiu-se de vermelho. O garantido chegou a ficar meio décimo atrás do Caprichoso no primeiro dia, mas conseguiu se recuperar e acabou vencendo nos dois últimos dias.






CAPRICHOSO: 1258,6 pontos   X   GARANTIDO 1258,8 pontos
GALERA AZUL E BRANCA E  GALERA VERMELHA E BRANCA : EMPATE -  60 PONTOS

26 de jun de 2011

CÉLULA

Citologia

A Citologia (gr: KYTOS = célula; LOGOS =estudo) é a parte da Biologia que estuda a célula em todos os seus aspectos: bioquímico, morfológico e funcional. A célula é considerada a unidade fundamental dos seres vivos, com exceção dos vírus, que são organismos acelulares, ou seja, não são constituídos por células, mas dependem delas para sua sobrevivência.
Nos organismos unicelulares, a única célula presente realiza todas as funções necessárias à manutenção da vida, enquanto as várias células dos organismos pluricelulares apresentam
diferentes formas adaptadas ao desempenho das mais variadas funções.

As células são os menores e mais simples componentes do corpo humano. A maioria das células são tão pequenas, que é necessário juntar milhares para cobrir a área de um centímetro quadrado. As unidades de medida são o macrômetro (µm), o nanômetro (nm) e o angstron (Å).
o    Células - rins, pele e fígado (30 µm em média); hemácias (entre 5 µm e 7µm).
o    Óvulo - 0,1 mm.
Citologia
O termo célula  (do grego kytos = cela; do latim cella = espaço vazio), foi usado pela primeira vez por Robert Hooke (em 1655) para descrever suas investigações sobre a constituição da cortiça analisada através de lentes de aumento. A teoria celular, porém, só foi formulada em 1839 por Schleiden e Schwann, onde concluíram que todo ser vivo é constituído por unidades fundamentais: as células. Assim, desenvolveu-se a citologia (ciência que estuda  as células), importante ramo da Biologia. As células provêm de outras preexistentes. As reações metabólicas do organismo ocorrem nas células.
Componentes químicos da célula

o Água- 70% do volume celular é composto por água, que dissolve e transporta materiais na célula e participa de inúmeras reações bioquímicas.
o    Sais minerais - São reguladores químicos.
o    Carboidratos - Compostos orgânicos formados por carbono, hidrogênio e oxigênio. Exemplos: monossacarídeos (glicose e frutose); dissacarídeos (sacarose, lactose e maltose); polissacarídeos (amido, glicogênio e celulose). Que tem a função de fornecer energia através das oxidações e participação em algumas estruturas celulares.
o    Lipídios - Compostos formados por carbono, hidrogênio e oxigênio; insolúveis em água e solúveis em éter, acetona e clorofórmio. Exemplos: lipídios simples (óleos, gorduras e cera) e lipídios complexos (fosfolipídios). Tem participação celular e fornecimento de energia através da oxidação.
o    Proteínas - Compostos formados por carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio, que constituem polipeptídios (cadeias de aminoácidos). Exemplo: Albumina, globulina, hemoglobina etc. Sua função é na participação da estrutura celular, na defesa (anticorpos), no transporte de íons e moléculas e na catalisação de reações químicas.
o    Ácidos Nucléicos - Compostos constituídos por cadeias de nucleotídeos; cada nucleotídeo é formado por uma base nitrogenada (adenina, guanina, citosina, timina e uracila), um açúcar (ribose e desoxirribose) e um ácido fosfórico.
o    Ácido Desoxirribonucléico (DNA) - Molécula em forma de hélice formada por duas cadeias complementares de nucleotídeos. O DNA é responsável pela transmissão hereditária das características.
o    Ácido Ribonucléico (RNA) - Molécula formada por cadeia simples de nucleotídeos. O RNA controla a síntese de proteínas.
o    Trifosfato de Adenosina (ATP) - Tipo especial de nucleotídeo, formado por adenina, ribose e três fosfatos. Tem a função de armazenar energia nas ligações fosfato.
Membrana Celular
A membrana celular é semipermeável e seletiva; transporta materiais passiva ou ativamente.
o    Transporte Passivo - Difusão no sentido dos gradientes de concentração, sem gasto de energia. Como no transporte de glicose.
o    Transporte Ativo - Movimentação contra gradientes de concentração, com gasto de energia. Exemplo: bomba de sódio, que concentra K+ mais dentro que fora da célula e Na+ mais fora que dentro.
o    Transporte Facilitado - Proteínas transportadoras ou permeases modificam a permeabilidade da membrana; ocorre tanto passiva quanto ativamente.
Célula Animal

Organização do Citoplasma Celular
Citoplasma Fundamental
Hialoplasma - colóide com 85% de água e proteínas solúveis e insolúveis (microfilamentos e microtúbulos); reversão de gel para sol e vice-versa.
Retículo Endoplasmático (RE)
Sistema de endomembranas que delimitam canais e vesículas.
o    RE rugoso - retículo endoplasmático associado a ribossomos; local de síntese de proteínas; também denominado RE granular.
o    RE liso - retículo endoplasmático sem ribossomos; local de síntese de lipídios e de carboidratos complexos; também denominado RE agranular.
Ribossomos
Grânulos de 15 a 25 nm de diâmetro, formados por duas subunidades; associam-se ao RE ou encontram-se livres no hialoplasma; são constituídos por proteínas e RNA ribossômico; ligam-se ao RNA mensageiro formando polirribossomos. Tem a função de síntese de proteínas.
Complexo de Golgi
Sistema de bolsas achatadas e empilhadas, de onde destacam-se as vesículas; pequenos conjuntos que são denominados dictiossomos. Armazenam substâncias produzidas pela célula.
Lisossomos
São pequenas vesículas que contêm enzimas digestivas; destacam-se do complexo de Golgi e juntam-se aos vacúolos digestivos. Fazem a digestão intracelular; em alguns casos, extracelular.
Peroxissomos
São pequenas vesículas que contêm peroxidase. Tem a função de decomposição de peróxido de hidrogênio (H2O2), subproduto de reações bioquímicas, altamente tóxico para a célula.
Vacúolos
São cavidades limitadas por membrana lipoprotéica. Os vacúolos podem ser digestivos, autofágicos ou pulsáteis.
o    Vacúolo Digestivo - As partículas englobadas são atacadas pelas enzimas lisossômicas, formando um fagossomo.
o    Vacúolo Autofágico - Digere partes da própria célula.
o    Vacúolo Pulsátil - Controla o excesso de água da célula; comum nos protozoários de água doce.
Centríolos ou Diplossomos
Organelas constituídas por dois cilindros perpendiculares um ao outro; cada cilindro é formado por nove trincas de microtúbulos; ausentes nas células dos vegetais superiores. Tem a função de orientação do processo de divisão celular.
Cílios e Flagelos
São expansões filiformes da superfície da célula; os cílios são curtos e geralmente numerosos; os flagelos são longos e em pequeno número. São formados por nove pares periféricos de microtúbulos e um par central; o corpúsculo basal, inserido no citoplasma, é idêntico aos centríolos. Tem a função de movimentação da célula ou do meio líquido.
Mitocôndrias
São organelas ovóides ou em bastonete, formadas por uma dupla membrana lipoprotéica e uma matriz. A membrana externa é contínua e a interna forma as cristas mitocondriais. Nestas, prendem-se as partículas mitocondriais, constituídas por enzimas respiratórias: NAD, FAD e citocromos. Possuem DNA, sintetizam proteínas específicas e se auto-reproduzem. Produz energia na célula, sob forma de ATP.
Célula e Energia (Respiração Celular)
O que é a respiração celular?
A respiração celular é a obtenção de energia pela oxidação de moléculas orgânicas, principalmente glicose.

Equação geral da respiração:

C6H12O6 + 6O2 » 6CO2 + 6H2O + energia
glicose + oxigênio -> gás carbônico + água + energia

EUA: autoridades se preparam para Grande Tempestade solar

Editoria:
Quarta-feira, 22 jun 2011 - 11h10 

EUA: autoridades se preparam para Grande Tempestade solar


Em 1859, uma das mais poderosas tempestades solares atingiu a Terra, induzindo correntes elétricas que incendiaram postos telegráficos e produziram auroras em locais de latitudes tão baixas quanto Cuba e Havaí. Agora, pesquisadores americanos estão alertando diversos órgãos e instituições para saber como agir em caso de uma possível tempestade solar dessa magnitude.

O motivo do alerta é que em setembro de 1859 a atividade solar estava abaixo da média do ciclo, em condições muito semelhantes às que se encontra hoje. Mesmo com atividade abaixo da média, a explosão registrada daquela época produziu o maior bombardeio de prótons já ocorrido em nossa atmosfera. De tão intenso, até hoje os cientistas não sabem como classificar o fenômeno, batizado "evento Carrington".
Apesar dos estragos provocados pela tormenta serem bastante significativos para a época, quando diversos países ficaram sem comunicação telegráfica por vários dias, as condições do cenário atual são bastante diferentes e uma tormenta similar poderia causar enormes sérios prejuízos à sociedade.
Esta semana, cientistas da Nasa e de outros institutos de pesquisa dos EUA se reuniram no Centro Nacional de Imprensa com o propósito de alertar e estimular medidas a serem tomadas caso um evento desse tipo ocorra novamente.
Essa é a quinta edição do SWEF (Space Weather Enterprise Forum) e segundo seus organizadores a meta é aumentar a conscientização sobre o clima espacial e seus efeitos sobre a sociedade moderna, especialmente entre os formuladores de políticas públicas e equipes de emergência.




Além de congressistas e membros da FEMA (defesa civil americana) e da ONU, participam da SWEF os representantes das maiores companhias elétricas do país, além dos cientistas da Nasa, NOAA e de diversas universidades ligadas à pesquisa solar.


Consequências
Um estudo feito em 2009 pela Academia Nacional de Ciências, dos EUA, mostrou que quase nada está imune à tempestade, nem mesmo a água das residências.

De acordo com o trabalho, todo o problema começa com as redes de distribuição de energia elétrica, consideradas o pilar de sustentação de praticamente todos os serviços modernos existentes e que é extremamente vulnerável às instabilidades do tempo espacial.
Segundo o cientista John Kappenmann, um dos autores do estudo, em poucas horas o sistema de telefonia entraria em colapso e o abastecimento de água e combustíveis funcionaria precariamente. A conclusão de Kappenmann é que 95% da cadeia produtiva moderna deixariam de funcionar.


Simulação
Para estimar o tamanho da pane que uma falha desse tipo pode causar os cientistas empregaram os dados da tempestade geomagnética ocorrida em maio de 1921, que induziu dez vezes mais eletricidade que a tempestade de 1989. Os dados foram introduzidos no modelo representativo da malha atual de distribuição norte-americana. Para espanto dos pesquisadores os resultados mostraram que um surto semelhante acarretaria a destruição de pelo menos 350 transformadores principais, deixando 130 milhões de pessoas sem energia elétrica.



Danos Catastróficos
De acordo com a simulação, uma repetição do Evento Carrington poderia causar pesados danos sociais e econômicos. A sobrecarga poderia ser acompanhada de blackouts de radiopropagação e falhas nos satélites de comunicação e GPS, ocasionando a queda dos sistemas bancários e serviços emergenciais. Devido à falha os transportes também sofreriam com problemas de abastecimento de todos os tipos e os hospitais entrariam em colapso por tempo indeterminado.

O estudo de 2009 mostrou que a extensão do problema está diretamente ligada ao tempo necessário ao reparo das linhas de transmissão. A substituição de transformadores de milhares de toneladas não é imediata, podendo levar semanas ou até meses para ser concluída. As perdas estimadas pela equipe ultrapassariam 2 trilhões de dólares, cerca de 20 vezes mais que os custos do furacão Katrina.


Artes: No topo, um dos transformadores que explodiu durante a tempestade solar ocorrida em 1989, na cidade de Québec, no Canadá. Acima, mapa mostra as regiões que seriam atingidas nos EUA caso ocorresse uma tempestade semelhante ao evento de 1921. Crédito: Hydro Québec/Nasa/National Academy of Sciences/Apolo11.com.

24 de jun de 2011

Disputa entre bumbás Garantido e Caprichoso começa em Parintins



O duelo dos bumbás Garantido e Caprichoso começa nesta sexta-feira (24) na Ilha de Parintins (distante 235 quilômetros de Manaus). O 46º Festival Folclórico do município será aberto às 21h de sexta-feira (24) pelo Boi da baixa do São José, Garantido. Em seguida, será a vez do boi Caprichoso. A festa encerra no domingo (26) com o boi Caprichoso.





Durante três dias, o boi-bumbá Garantido vai defender o tema “Miscigenação” que levará para o Bumbódromo – local onde ocorrem as apresentações – a história da formação social e cultural dos povos da Amazônia. De acordo com o presidente da Associação Folclórica Boi Garantido, Telo Pinto, o Bumbá fará um panorama das crenças, ritmos e do cotidiano do povo que vive a tradição do “vermelho e branco”. “Nossa Amazônia é berço de uma grande mistura étnica que resulta no caboclo, cujos ensinamentos conquistam respeito e seguidores em todo o mundo, sobretudo por seu convívio harmonioso com a Natureza. Queremos mostrar isso na arena”, disse.




O boi azul apresentará o tema “A Magia que Encanta”. A proposta do Caprichoso é mostrar os três elementos essências da magia que vem da arte do Boi Caprichoso, que passa pelos encantos da floresta envolvendo o povo com o folclore popular. A presidente do Caprichoso, Márcia Baranda, está confiante na vitória. “O Boi Caprichoso, indiscutivelmente, possui o melhor quadro artístico do Festival e a nossa meta neste ano é ganhar, o nosso compromisso é com Parintins, com a população que vive desta festa”, disse a presidente.

O Festival Folclórico de Parintins ocorre sempre no último fim de semana do mês de junho, na cidade de Parintins, no Amazonas. A festa é considerada o maior festival folclórico da América Latina e atrai milhares de turistas, não só do Brasil, mas de vários países, para ver o duelo cênico e artístico entre os bumbás, Caprichoso e Garantido. Em três noites de apresentação, as agremiações folclóricas são julgadas em vários itens por especialistas do folclore brasileiro.

Somente na área do Bumbódromo, a Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas (SEC) estima um público de 12 mil pessoas.

Fotos: Diego Oliveira/Portal Amazônia


Fonte: 
24/06/2011
Portal Amazônia

Cidade de Parintins é referência em educação pública de qualidade


Jornal da Band

pauta@band.com.br

Parintins, a cidade do festival folclórico do Amazonas, também é referência em educação pública de qualidade. Na região aonde só se chega de barco, a avaliação das escolas fica acima da média nacional.

Na escola de ensino fundamental Gentil Belém, o abandono escolar é zero desde 2007. O índice de aprovação é de quase 100% (98,4%).

Fonte: 

17 de jun de 2011

Imagens mostram buraco negro devorando estrela

Redação SRZD | Ciência e Saúde 



Astrônomos acreditam que a causa das maiores explosões espaciais ocorreu em uma galáxia distante depois que um buraco negro massivo devorou uma estrela. Duas equipes concluíram que uma estrela do tamanho do Sol foi sugada por um buraco negro gigante do mesmo jeito que uma mosca não consegue escapar de um sapo.

Assim que o buraco negro abocanhou a estrela, um feixe de energia foi jorrado em direção a Terra. O banquete estelar ocorreu em uma galáxia a 3,8 bilhões de anos luz. Um ano luz corresponde a cerca de 9,66 trilhões de quilômetros.

Astrônomo da Universidade da Califórnia, em Berkeley, disse que "isto foi totalmente diferente de qualquer coisa vista". Joshua Bloom, que liderou uma das equipes do estudo publicado no periódico científico Science, classificou o evento como algo extremamente raro. Segundo eles, o clarão era uma explosão de raios gama de uma estrela em colapso, que geralmente dura apenas poucas horas. A explosão cósmica continuou a queimar e a emitir radiações de alta energia por dois meses e meio.
Disponível:

14 de jun de 2011

Crepúsculo com eclipse

Scientific American Brasil - Artigos


Na noite de 15 de junho, observadores de várias partes do mundo terão a oportunidade de observar um eclipse total da Lua
por Paulo S. Bretones

           
                

O eclipse será visível em toda a América do Sul, África, Europa, Oceania, Antártida e Ásia exceto a parte norte.

Denomina-se eclipse ao obscurecimento parcial ou total de um corpo celeste em virtude da interposição de um outro. A palavra eclipse vem do grego ekleipsis, que significa abandono, desmaio, desaparecimento. É uma das raras chances de observar-se um espetáculo tão belo da natureza. Embora os eclipses solares ocorram em maior número, vemos com mais freqüência os lunares, pelo fato de os últimos serem observados em áreas consideravelmente superiores à metade da Terra.

Na tarde de 15 de junho, quando a Lua estiver ainda abaixo do horizonte, e, portanto ainda não terá nascido no horizonte leste, às 15h22min, a Lua cheia começará a "mergulhar" na sombra da Terra. Às 16h22min a Lua estará toda coberta pela sombra de nosso planeta.

No Brasil, para observadores em São Paulo, para considerarmos uma média, a Lua irá nascer eclipsada às 17h25min e o pôr do Sol ocorrerá às 17h27min. Devido ao horário deste evento, a Lua eclipsada não terá tanto contraste com o fundo do céu por conta da claridade do crepúsculo. Em outras palavras, não veremos a Lua cheia nascer bem brilhante como de costume, porque ela estará dentro da sombra da Terra.

Mesmo assim será um fenômeno raro e um desafio tentarmos observar a Lua nascendo totalmente eclipsada e o Sol se pondo do outro lado do horizonte.

Mais tarde, às 18h02min quando a Lua começará a sair da sombra estará a cerca de 7 graus de altura sobre o horizonte até que às 19h02min sairá por completo e estará novamente toda iluminada pelo Sol, quando estará a cerca de 19 graus do horizonte.

Neste ano temos ao todo 4 eclipses sendo 2 eclipses da Lua e 4 eclipses do Sol. Destes, apenas o eclipse lunar de 15 de junho será visível no Brasil.

As observações do eclipse total da Lua podem ser realizadas com binóculos, lunetas e telescópios de fraco aumento.


Fonte:
Leia todo o artigo!

 BRETONES.  Paulo S.Crepúsculo com eclipse. Disponível em http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/crepusculo_com_eclipse.html

8 de jun de 2011

PRODUZINDO "FÓSSEIS" EM SALA DE AULA

ASSUNTO: Evolução Humana
Objetivo: Conhecer as principais evidencias que relacionam evolutivamente a espécie humana e seus ancestrais(fósseis e semelhanças anatômicas e moleculares).
Facilitar a compreensão do mecanismo de formação de alguns tipos de fósseis (moldes, contramoldes e impressões) pela utilização de materiais simples como o gesso, argila ou massa de modelar.

A simulação de alguns processos de fossilização concretiza os conceitos estudados, motivando e facilitando o aprendizado. O aluno participa da aula de forma mais contagiante, sentindo-se motivado com a dinâmica apresentada.


Material
argila ou massa para modelar
gesso em pó
facas e colheres de plástico
tigelas de plástico
copos de plástico grandes
papel-toalha e papel de embrulho
tampas de caixas de sapato
conchas de moluscos
folhas de plantas com nervuras bem evidentes
pequenos animais feitos de plástico



1º PASSO: Fóssei tipo "impressão" 

 
A primeira providência  é forrar o local de trabalho com as folhas de papel de  embrulho. Em uma tigela de plástico, misture o pó de gesso com  água até obter uma massa homogênea e consistente. Preencha a tampa de caixa de papelão com o gesso, alisando a su- perfície com  uma faca de plástico; se necessário, pulverize água so- bre a superfície do gesso para facilitar o processo. Coloque com cuidado folhas e conchas sobre a superfície do gesso, pressionando- as para que deixem sua impressão. Coloque as tampas de papelão em um local protegido, para secar. Quando o gesso estiver comple- tamente seco, remova as conchas e as folhas e observe as marcas deixadas na superfície da peça.
Discuta com os estudantes a simulação, comentando que esse tipo de fossilização ocorreu, de fato, em superfícies moles e lamacentas que logo se solidificaram, resistindoà erosão e registrando fielmente detalhes do contorno de partes de plantas e animais do passado.
 
2º PASSO:Fósseis tipomolde

 
Despeje massa de gesso em um copo de plástico até preenchê- lo pela metade. Coloque um animal de plástico no copo e pressio- ne-o sobre o gesso, enterrando-o parcialmente. Despeje mais gesso no copo até cobrir o animal totalmente. Deixe secar.
Quando o gesso estiver completamente seco, rasgue o copo de plástico e desenforme a peça de gesso. Quebre-a com um martelo. As marcas do animal de plástico na superfície dos fragmentos de gesso constituem fósseis do tipo molde. Chame a atenção dos estu- dantes para a semelhança entre molde e impressão; o termo molde
é utilizado quando toda a pça é envolvida por sedimentos, enquanto
impressão refere-se a marcas deixadas em uma superfície mole.

3º PASSO:Fósseis tipocontramolde

 
Preencha uma tampa    de caixa de sapato com uma camada de argila (ou de massa para modelar). Coloque conchas   ou os animais de plástico sobre a superfície da massa e pressione-os com força. Remova as conchas e/ou animais de plástico com cuidado, para não alterar as marcas deixadas na argila. Despeje massa de gesso nas depressões da argila e deixe secar. Retire as peças de gesso, que são os contramoldes dos moldes deixados na argila.
Comente que esse tipo de fóssil forma-se quando o molde dei- xado por um animal ou planta em uma rocha sedimentaré preen- chido por minerais de diferentes tipos, formando um contramolde do organismo no interior do sedimento. 
 Alunos     do   3º ano médio  da Escola Estadual Dom Gino malvestio
Quando esteé quebrado, o contramolde diferencia-se nitidamente, por sua composição, do material sedimentar, em muitos casos formando um perfeito modelo em rocha do organismo que deixou a marca.




Referência:

AMABIS, Jose Mariano.MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia.Ensino Médio.2º Ed. São Paulo: Moderna, 2004.


4 de jun de 2011

Tubarões brancos gostam de rock – Ciência Maluca

Tubarões brancos gostam de rock – Ciência Maluca
Thiago Perin 3 de junho de 2011

Dessa vez, não foi o pessoal de alguma universidade que descobriu a bizarrice. Foi o operador de barco australiano Matt Waller, gente como a gente. Quer dizer, ele provavelmente entende um pouco mais sobre tubarões do que o resto de nós.
Matt trabalha na Neptune Bay, região turística da Austrália, e leva os turistas para ver (e até nadar com) tubarões brancos, grande atração de lá. Pensando em formas criativas de atrair os animais, o cara instalou autofalantes em gaiolas embaixo d’água e botou música para tocar, para ver qual seria a reação deles.
À princípio, eles nem deram bola. Mas quando o DJ começou a mandar clássicos do AC/DC, como “You Shook Me All Night Long” e “Back in Black”, os tubarões se aproximaram, superamigáveis. Alguns até ficaram se esfregando nas barras da gaiola, para a surpresa do operador.
A explicação mais lógica é que os tubarões brancos sejam atraídos pelas baixas frequências das músicas da banda australiana (já que eles não têm ouvidos, propriamente ditos). Segundo Matt, o próximo passo é diversificar a playlist, ver a quais outras músicas os animais respondem e identificar exatamente os elementos que os atraem nas canções.
Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/tubaroes-brancos-gostam-de-rock/